Os relacionamentos e as emoções - Liçao 3

3.5. Decisões emocionais
Estar apaixonado é óptimo. Sente-se emoções confusas e sensações estimulantes, com arrepios pela espinha acima quando se ouve a voz de uma certa pessoa ao telefone. Leva tempo apreder a lidar com estas sensações e emoções.
a) Fazer com que resulte
Sob o primeiro ímpeto do amor, talvez penses que o teu parceir@ é perfeito, mas, depois de passado o primeiro entusiasmo, vocês vão começar a ver-se um ao outro como pessoas verdadeiras. Se não houver mais nada entre vocês além de uma mera atração sexual é possível que comeces a ficar um pouco irritad@ e cansad@ da relação dentro de muito pouco tempo. Essa situação não tem nada a ver com uma relação duradoira.
Aprender a lidar com uma relação requer trabalho e é essa a razão pela qual as tuas primeiras ligações poderão ser breves e as consequências desgastantes, fazendo com que a rejeição seja dolorosa. Mas em cada relação aprender’as um pouco mais ou menos proporcional àquilo que a ela entregares de ti mesmo.
b) Pensar no outro
Quando estás envolvid@ numa relação, dás contigo a pensar no teu parceiro(a) durante grande parte do tempo. Se as coisas se alterarem um bocadinho, não leves isso a peito. O teu parceiro(a) pode ter rabugices que não têm nada a ver contigo; por isso, pergunta-lhe o que é que se passa, em lugar de ficares amuad@ e ofendid@. Aprender a comunicar numa relação é muito importante. É preciso ter acapacidade de saber exprimir aquilo que se quer, assim como a de estar atent@ às necessidades do outro
c) Desfazamentos
Os rapazes e as raparigas têm tendências para se desencontrarem durante as várias etapas da adolescência. Emocionalmente, as raparigas crescem por norma mais depressa do que oa rapazes; um rapaz de quinze anos poderá parecer muito acriancado para uma rapariga da mesma idade. Assim sendo, é provável que algumas raparigas se interessem por rapazes mais maduros e possam ser pressionadas a ter relações sexuais cedo do que desejariam, especialmente se nadam com rapazes mais velhos ou homens.
d) Até onde deves ir?
Os filmes, as revistas e os livros parecem partir do princípio de que existe um caminho só a percorrer numa relação, e ele vai dar invariavelmente à cama, mas isso é um autêntico disparate. És tu quem decide até onde queres ir, e podes parar em qualquer altura.
É possível que não queiras para já uma relação que envolva sexo com a pessoa em questão. Pode ser que tenhas pontos de vista religiosos, culturais e pessoais fortes no que diz respeito ao sexo fora do casamento e não deves ter medo de defender os teus pontos de vista.
Ao longo da tua vida vais conhecer muitas pessoas de quem gostarás e que, inclusive, poder”as até a amar, mas de quem quererás mais nada num dado momento a não ser um beijo ou um abraço, pessoas essas que poderão sentir o mesmo em relação a ti.
É possível ter uma relação de amor e carinho sem sexo. O mais importante é tornare claro aquilo que queres e fazeres as tuas próprias opções, depois de teres pensado bem, especialmente se achares que a outra pessoa pode ter outra coisa em mente. Se não sabes o que é que queres, diz, ´não”. Tens de ser firme num assunto tão importante como uma relação sexual. Assiste-te o direito de seres tu a decidir, sem que sejas pressionad@, e ninguém te deve forçar a ter relações sexuais completas, se tu não o quiseres ou não te sentires preparad@ para isso
e) Altura certa e a pessoa certa
Quando tiveres chegado à idade do consentimento, poderás ter rela,cões sexuais legalmente. Isto não quer dizer que seja obrigatório que o faças; o que se passa é que nos países em que existe uma idade prederminada, ela é considerada precoce pela maioria das pessoas. Enquanto uma pessoa de 16 anos, por exemplo, tem fisicamente idade suficiente para ter relações sexuais e ter bebé, são poucas nessa idade que têm maturidade emocional para lidar com os compromissos e responsabilidades que envolve um relacionamento sexual duradouro.
Não há regalias nemhumas para quem começa cedo; é uma decisão delicada, sobretudo quando os teus amigos começam e tu ouves. As estatísticas provamque, até aos dezassete anos, menos de metade de todos os rapazes e cerca se um terço das raparigas terão tido relações sexuais com penetração; assim, alguém não est’a a dizer a verdade! Se estiver em dúvida ou necessitas mais esclarecimento, isso quereá dizer que, muito provavelmente, ainda não estás pront@ para ter relações sexuais nesse momento. Existem muitas pressões para que tenhas relações sexuais que é difícil tomares a tua própria decisão.
Se estás determinad@ a ter relações sexuiais, assegura-te de que essa decisão é planeada e de que foram tomadas as devidas medidas de segurança. As estatísticas mostram que, na maior parte das vezes, as primeiras experiências sexuais não planeadas nem sequer consideram o uso de preservativo e nem de meios anticoncepcionais. A tua primeira experiência sexual tanto poderá ser fantástica como uma tremenda desilusão, mesmo que seja com a pessoa certa, na altura certa e no sítio certo. A primeira experiência é como uma cerimónia de transição e um importante marco na tua vida.
É uma pena desperdiçá-lo com a pessoa errada na altura errada.
f) Quando os sentimentos mudam
Os relacionamentos não ficam estagnados. Um dos parceiros pode desejar que as coisas se tornem mais sérias, enquanto o outro pode querer continuar a andar com outras pessoas. Tens de decidir se queres queres continuar uma relação como esta, ou se isso é demasiado doloroso.
Magoa descobrir que a outra pessoa tem sentimentos tão profundos como os tesu, e é igualmente difícil perceveres que não gostas tanto de alguém como desejaria gostar. É preciso coragem para acabar o namoro quando ainda se gosta da outra pessoa, mas às vezes é necessário. Ter relações sexuais dentro de uma ligação como esta não vai salvá-la, nem impedir que o teu parceiro te deixe.

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