
O Ministério da Educação e Cultura, através do Instituto Nacional das Indústrias Culturais e Criativas – INICC, celebrou nesta quinta-feira, 16 de Julho de 2026, na Cidade de Maputo, os 25 anos do Teatro do Oprimido.
No seu discurso, o Secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior, Edson Macuácua, manifestou satisfação pelo trabalho desenvolvido pelo Movimento Cultural Teatro do Oprimido e destacou a força desta manifestação artística como expressão de identidade cultural e de cidadania.
“O teatro do oprimido é muito mais do que entretenimento; ele é uma arte marcial, uma luta não contra pessoas. É uma luta em que o corpo, a voz e a imaginação são as armas fundamentais. É uma luta social em que o combate é travado contra as opressões invisíveis do dia-a-dia, contra a injustiça, a violência, o preconceito e as desigualdades” – Secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior.
Na ocasião, Macuácua caracterizou o movimento como um meio de diálogo social, de luta social e de construção da paz. O governante apelou aos fazedores do Teatro do Oprimido a inspirarem-se com disciplina, coragem e respeito, transformando a força da opressão e dos sistemas produtores de injustiças em energia criativa e resiliência.
“O teatro do oprimido é uma escola de cidadania, que transforma o palco num lugar de ensaio, numa arena onde se testam estratégias de libertação para a construção da justiça social e de uma convivência social harmoniosa” – Edson Macuácua.
A cerimónia, realizada sob o lema “Teatro como Arte Marcial”, reuniu artistas, investigadores e agentes culturais em formato de colóquio para reflexão sobre o papel das artes na construção de uma sociedade mais justa, participativa e inclusiva. Durante o evento procedeu-se também ao lançamento do livro “Teatro do Oprimido, em Democracia, Governação, Transparência e Tributação”





